Maratona: Rumo a ‘Vingadores: Guerra Infinita’ – Thor (2011)

Após dois filmes do Homem de Ferro e um do Gigante Esmeralda que não foi tão bem recebido, era hora da Marvel investir e apresentar novos heróis, afinal uma andorinha não faz verão. Com isso surgiu Thor, o filme que além de apresentar o herói que deixou a mulherada alvoraçada, introduziu um elemento que serviria de linha guia para todos os outros filmes, e um dos vilões mais carismáticos do cinema.

O filme conta a história do herói asgardiano que contra as ordens do pai de todos, Odin, viaja para o mundo dos Gigantes de Gelo para acertar as contas. Só que mesmo com excelentes guerreiros ao seu lado, Thor não dá conta e não teria mais história para contar se não fosse pela intervenção de seu pai. Nisso, Loki descobre que é filho dos gigantes de gelo, vira “do mal” e Thor é enviado através para Midgard, a Terra, para aprender a ser humilde, respeitoso e mais uma vez digno de empunhar o Mjolnir.

Infelizmente o que Asgard tinha de bela e impactante visualmente, a Terra teve de ridícula. Toda estadia de Thor em nosso planeta se passa numa cidade cenográfica com cara de novela de baixo orçamento. Se não fosse pela beleza da Natalie Portman e de Kat Dennings teria sido uma experiência bem mais falha, mas as duas beldades chamam a atenção e até distraem um pouco da “cidade de papelão”.

No fim, após “sofrer” um bocado e dar uns pegas na Natalie Portman, Thor tem que enfrentar uma criatura enviada por Loki para Terra. O “deus da trapaça” pretende matar seu irmão e assim não ter mais concorrência ao trono de Asgard. Thor que até então só tinha chorado, feito birra e quebrado canecas tenta proteger seu amor instantâneo mesmo sem o martelo, e por algum motivo isso já é altruísmo o suficiente para se tornar merecedor de Mjolnir. Thor ficou parecendo aquela criança birrenta que a mãe tira o brinquedo, mas o devolve antes que o guri possa aprender a lição de verdade.

O vilão acabou brilhando tanto que se tornou o elo entre os filmes dessa primeira fase com Vingadores. Loki conseguiu ser mau, hilário e mais carismático que o protagonista. Tanto que em Thor: O Mundo Sombrio, Tom Hiddleston voltara mais uma vez para o papel e desta vez dividindo quase tanto tempo em tela quanto o deus loiro.

Agora abordando finalmente o elemento que posteriormente serviria de ligação entre todos os filmes, temos a Manopla do Infinito na “coleção” de Asgard. Esse artefato quando completo com todas as jóias do infinito dá ao seu portador o poder de controlar tudo. Portanto, deste filme pra frente tivemos diversas joias sendo apresentadas, assim como o vilão que está atrás dela: THANOS!

manopla-thor

Por mais que eu tenha reclamado, e muito, da história deste filme e da visual da Terra, a grande verdade é que eu gosto muito dele. As lutas são ótimas, os efeitos são incríveis, o mundo dos gigantes de gelo é tão espetacular quanto Asgard e os guerreiros coadjuvantes são bem carismáticos, principalmente a linda e maravilhosa Lady Sif.

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