007: Blofeld Está de Volta!! (Quem?)

Anunciada a nova produção de James Bond, Spectre, para 2015, vale a pena comentar aqui sobre o maior vilão da franquia, Ernest Stravos Blofeld, criador e chefe da Spectre (ou Espectro) a maior organização criminosa do mundo livre.

O vilão Blofeld apareceu em alguns filmes da antiga franquia, nos anos 60. Careca, com uma cicatriz no rosto e sempre agarrado a um gato albino, Blofeld é a pedra no sapato de James Bond, sempre querendo conquistar o mundo e nada mais. E agora Spectre contará com a volta desse vilão, provavelmente interpretado por Christoph Waltz.

O vilão apareceu pela primeira vez em Moscou Contra 007 de 1963, envolto em sombras, depois em 007 Contra a Chantagem Atômica, apenas com as mãos do ator Anthony Dawson. Foi só em 1967 com o filme 007 Só se Vive Duas Vezes que o personagem toma forma pelo ator Donald Pleasence. Em 1969 Telly Savalas assumiu o personagem no excelente filme 007 a Serviço de Sua Majestade. E em 1971 a última aparição no filme 007 Os Diamantes São Eternos (sem contar a rápida despedida do personagem no início do filme 007 Somente para os seus Olhos em 1981) foi com o ator Charles Grey.

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Houve uma refilmagem não oficial, do filme 007 Contra a Chantagem Atômica em 1993 com  o ator Sean Connery, Nunca Mais Outra Vez, que também ressuscitou o vilão na pele do ator Max Von Sydow.

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1 COMENTÁRIO

  1. A refilmagem de “007 contra Chantagem Atômica” foi feita em 1983 e não 1993. Na ocasião, Sean Connery ostentava 53 anos e o resultado foi mediano se comparado com outros filmes do ator na franquia oficial. Roger Moore na ocasião contava 56 anos, estrelando “007 contra Octopussy”, aquele que seria seu penúltimo filme na franquia. De todos os Blofelds da série, o que mais gosto é o de Donald Pleasence em “Com 007 Só Se Vive Duas Vezes” (1967). Não gostei de Telly Savallas em “007 A Serviço Secreto de Sua Majestade”, embora sua atuação – assim como o filme – divida hoje muitas opiniões. Tem um roteiro diferente, uma excelente Diana Rigg mas, é estrelado pelo pior Bond da história, o australiano George Lazenby (que deixou o papel subir a cabeça e ficou arrogante). O próprio intérprete do personagem Q diz num documentário que Lazenby um foi erro a partir do momento em que alguém chegou e lhe disse “você um ator”. Na verdade ele era modelo e fazia propagandas para a TV. Acreditou piamente no que lhe foi dito e deu no que deu. Foi o primeiro filme de Bond a não ter um sucesso imediato nas bilheterias. Hoje há quem adore e quem deteste. A escolha de Charles Gray para Blofeld em “007 Os Diamantes são Eternos” foi infeliz (lembrando que ele havia feito outro papel no exemplar de 1967 onde o vilão foi o ator Donald Pleasence).

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