Cobertura CCXP – Comic Con Experience (1ª Parte)

Depois de muitos e muitos anos apenas sonhando em ter  a chance de visitar uma Comic-Con, a Omelete e a Chiaroscuro Studios trouxeram o evento ao Brasil para alegria de todo nerd, geek, gamer, cinéfilo e fã da indústria do entretenimento.

Visto que as galerias ficaram “um pouco” grandes. Segue um índice para agilizar o acesso:

O que diferencia a Comic-Con de qualquer evento geek genérico são as atrações e o tamanho. Tivemos diversos estúdios como Warner, Fox e Disney com estandes gigantes divulgando seus filmes de maneira interativa, que é o que faz toda a diferença. Era possível tirar foto no sofá dos Simpsons, entrar num templo de Mad Max, conferir o interior da máquina do mistério, conversar com os personagens de Divertida Mente e muito, mais. Voltar ao topo

Na parte de exposição tivemos os maiores e melhores estúdios de Action Figures do mercado como HotToys, Bandai, Pizii Toys e Iron Studios. Tudo disposto da melhor maneira possível para te deixar maluco e querer gastar cada centavo que você ganhou e irá ganhar na sua vida com cada estátua exposta.  Falando ainda da estrutura do evento, a praça de alimentação é praticamente do mesmo tamanho que o resto do evento, dá até pra dizer que “metade do evento é praça de alimentação”, agora se isso é um ponto forte ou não, depende do ponto de vista. Eu gostei porque tinha mesa de sobra, mas não ligaria de sacrificar umas barracas de cachorro-quente por mais estandes. Voltar ao topo

E é claro, o maior barulho de toda Comic-Con são os artistas internacionais convidados. Nesse primeiro anos tivemos Jason Momoa, Sean Astin, Lino Facioli, Brad Dourif, Fiona Dourif, Edgar Vivar e Rebecca Mader. Uma lista que apesar de grande, não é tão interessante. São bons atores, não me entenda mal, mas com certeza não são os nomes que vem na nossa mente quando falamos de atrações de Comic Con. Ainda assim, as sessões de autógrafos foram um sucesso, os artistas foram super simpáticos e nada é tão divertido quanto estar andando no meio dos estandes e dar de cara com o Khal Drogo.  Ainda tiveram vários outros artistas internacionais dando palestras sobre roteiro, quadrinho, expansão de universos, maquiagem e mais uma porrada de coisas.

E como não pode faltar, também tem Cosplay para tudo que é lado. Seja fãs que estão visitando, ou contratados pelos estandes. Voltar ao topo

Enfim, sei que estamos anos longe da Comic Con de San Diego, mas essa nem era a intenção. O evento supriu a necessidade da maioria dos nerds e geeks do Brasil, mas como o próprio nome diz, é uma “experience”. O público foi relativamente pequeno, totalizando 80 mil pessoas em quatro dias de eventos. Entretanto, com um nicho tão seleto e por ser a primeira, tudo é justificável. Apesar de que pagar R$160 para entrar e ter que pagar mais R$100 se quiser tirar uma foto com um ator, não é o tipo de matemática que faz muito jus a nossa realidade. Eu espero agora que o evento cresça cada vez mais para que artistas maiores venham e para que os estúdios criem estandes cada vez melhores. Os organizadores estão de parabéns por tudo. Que venha 2015.

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