Opinando: Game of Thrones (1×03)

Em mais um episódio da quarta temporada de Game of Thrones, tivemos desta vez um pouco de tudo. Porto Real, Muralha, Arya e Essos.

Começando por Portal Real, Joffrey está morto, Tywin aproveita para já tomar as rédeas do novo Rei e Jaime decide transar com a irmã ao lado do cadáver do próprio filho. Esse cara realmente tem problemas. Não vou  condenar a cena totalmente, mas também nada de bom saiu dela. No livro acontece a mesma coisa, então talvez o maior perturbado seja o George R. R. Martin.

Enquanto isso, Tyrion percebe que mesmo sendo inocente, será fatalmente condenado por regicídio e manda Podrick embora antes que aconteça algo com o garoto. Sua esposa Sonsa Sansa foge de Porto Real com a ajuda de Petyr, talvez o personagem mais misterioso e cheio de segredos da série. E é sobre isto que estou morrendo de vontade de falar para quem leu os livros ou não se importa com spoilers:

Spoiler sobre Sansa, Petyr, Tyrion e Joffrey Mostrar

Subindo em direção ao Norte, temos Arya e Clegane que devem só estar cumprindo tabela, já que nada de importante saiu da cena. Só o reforço que o Cão é um safado sem vergonha. E na Muralha, os Selvagens estão fazendo gato e sapato dos aldeões e estão bem próximos de dizimar a Muralha. Daqui, só vale ressaltar que no livro os Selvagens não dão nome aos filhos antes dos dois anos de idade, sendo que na série Goiva já deu o nome de Sam para seu bebê.

E do outro lado do mar estreito, em Essos, temos Daenerys em sua jornada de libertar todos os escravos do continente. Com poucos minutos em tela, a Rainha dos Dragões rouba mais uma vez o episódio para ela com seu discurso e carisma inigualável. Vale ressaltar aqui que o campeão de Danny no livro é o sensacional personagem Belwas, o forte. Um negro grande e obeso que luta tão bem que “permite” que todos os seus inimigos façam ao menos um corte nele. Sem contar que enquanto Daario urina para Meereen, Belwas defeca. Infelizmente esse personagem não foi introduzido junto de Barristan Selmy na temporada anterior, então talvez só o vejamos mais tardiamente.

Agradecimentos ao Marcelo Gabriel Brito pela ajuda com o texto.

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