Opinando: Um Drink no Inferno (Episódio 1×04)

No episódio desta semana de Um Drink no Inferno finalmente temos o tão esperado encontro entre os irmãos Gecko e a família Fuller. A série tem sido bem fiel ao filme em diversas cenas até agora e esta não foi exceção. Desde o filho genérico tocando guitarra até o encontro de Richie com Kate, onde ele tem mais uma de suas visões sexuais malucas.

A outra grande novidade neste episódio foi no Patrulheiro Gonzalez que agora está quase tão maluco quanto Richie. Vendo um morto que por algum motivo o ajuda a encontrar os irmãos. Aliás, logo antes da primeira visão de Gonzalez temos um flashback encaixado única e exclusivamente para sabermos que suas visões são de um homem morto. O que na verdade não faz sentido ou diferença, já que o Patrulheiro deixa isso bem claro quando diz “você está morto”.

Enquanto começamos a nos questionar sobre a repentina mediunidade de Gonzalez, talvez provinda da faca, Richie começa dar sentido e utilidade para suas visões. Ele consegue entender o passado de Kate, interpreta uma de suas visões como “uma ferida interior” da adolescente e até pressente que os policiais estão se aproximando. Pressentimento este que salvou a vida dos irmãos.

Após Gonzalez se encontrar até com a ex-mulher do Seth, ele vai para o hotel onde os irmãos estão hospedados e uma cena bem bacana de suspense desenrola. Infelizmente seguida de um tiroteio bem vagabundo, provavelmente patrocinado pela pior escola de tiros de todo o Texas. Resultado, um irmão Gecko levemente ferido, um Patrulheiro que teve que ser derrubado no soco e uma fuga bem sucedida. Com os Fuller sequestrados, os irmãos Gecko agora se dirigem ao México “em segurança”.

Para encerra, pode ser chatice minha, mas esse episódio teve três cenas que me incomodaram. Kate Fuller se trocando na velocidade luz; fechou a porta, contou até três e já estava de biquíni. A montagem do rápido flashback de Seth digna de “passei pro estagiário editar”. E a tentativa de sensualizar a Madison Davenport que é mais sem sal do que comida de dieta de hospital. Mas apesar das minhas reclamações, Um Drink no Inferno ainda consegue me manter interessado em sua trama. Sem contar é claro a minha curiosidade de ver como lidarão com a chacina vampírica do filme.

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