Opinando: Tá Chovendo Hambúrguer 2

O primeiro filme acaba logo após Flint desativar o “Replicador Dinâmico de Alimento Super Mutante de Flint Lockwood”, ou FLDSMDFR para os íntimos, salvar o dia e ficar com a garota. E é exatamente alguns minutos depois disto que a trama de “Tá Chovendo Hambúrguer 2” começa a se desenrolar.

Antes mesmo de poder respirar aliviado e aproveitar a vitória, helicópteros da Live Corp. liderados pelo gênio cientista Chester V, herói de infância de Flint, chegam a ilha com a missão de limpar a bagunça feita no filme anterior. Para isso todas os moradores são realocados para novas vidas na Califórnia.

Entretanto o replicador desperta novamente dando origem a um novo ecossistema com alimentos vivos que colocam o mundo em risco. Chester não vê outra saída, senão solicitar a Flint que volte para ilha que conhece tão bem e ajude a desativar FLDSMDFR.

BerryDurante a aventura somos apresentados a diversas amálgamas de animais com comida como flamingos com mangas, aranhas com hambúrguer e kiwis com kiwis. Além de frutas que simplesmente criaram vida. O design de todas as criaturas é encantador, carismático e com cores vibrantes. Aliás, o visual é algo que está impecável nesta animação. Não só os “comidanimais” como todo o ecossistema é deslumbrante.

Acompanhar os heróis da obra descobrindo e se maravilhando com este novo mundo foi uma sensação extremamente parecida com a de assistir Jurassic Park pela primeira vez. A propósito, óbvias homenagens e referências ao épico jurássico de Steven Spielberg surgem diversas vezes durante o filme.

Todavia, nem tudo é um mar de rosas. Algumas piadas são extremamente forçadas e deslocadas, principalmente no começo do filme. O ritmo inicial também é meio questionável, é muita coisa tentando acontecer em pouco tempo. Passada a primeira parte,  o filme engrena e melhora bastante, apesar de ainda ter piadas perdidas. Algumas das melhores risadas entretanto ficam a cargo de pequenos detalhes que acontecem ao fundo das cenas, ao melhor estilo Minions, como a lágrima do cameraman.

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